O que você vai aprender
Base científica da adição para reconhecer sinais, acolher sem julgamento e encaminhar no tempo certo — sem diagnosticar nem indicar remédio.
- Explicar por que a adição é uma condição crônica do cérebro, e não fraqueza de caráter, ao acolher uma família ou acolhido que culpa a força de vontade
- Reconhecer sinais de impacto do uso na vida da pessoa (trabalho, família, vínculos) para articular uma conversa de cuidado sem rotular nem medir gravidade sozinho
- Diferenciar o que é seu papel (reconhecer, acolher, articular, encaminhar) do que cabe só à equipe de saúde (diagnóstico, transtorno e medicação) em cada atendimento
- Aplicar linguagem que devolve dignidade — trocar 'viciado' por 'pessoa que usa substâncias' e 'limpo/sujo' por 'positivo/negativo' — no plantão e nas reuniões de equipe
- Acolher a recaída como parte esperada do processo e reengajar a pessoa sem cobrança moral, envolvendo a rede de apoio quando houver consentimento
Para quem é: Conselheiros, equipes de comunidade terapêutica e agentes comunitários que atendem pessoas com uso problemático de substâncias na linha de frente.
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